quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Borra de um café inusitado

Hoje tomei café da manhã com um amigo amado.
Ele hoje me diz:
É um psicopata que lhe fala.
Quantas gargalhadas.
Ele duvida de tudo.
Psicopata, assassino do amor,
assassino de si.
Invejamo-nos mutuamente
com muito afeto.
Enfim, estavamos todos à mesa:
o psicopata, o capeta e a histérica.

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